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Otites: Como prevenir as infecções de ouvido nas crianças



A otite é uma palavra muito ouvida pelas mães. A Otite nada mais é do que uma infecção no ouvido que atinge e acompanha as crianças desde os primeiros meses de vida. Estima-se que atualmente quase que 20% de todas as crianças no mundo que tem até 4 anos tiveram um caso de otite uma vez por ano.
E a otite tem diferentes classificações conforme o local que ela atinge. Se o seu filho tiver uma infecção na orelha externa terá otite externa. Já a otite interna é quando a infecção acontece após o tímpano da criança, onde fica a tuba auditiva que liga o ouvido ao nariz e a garganta.
E todo cuidado com a otite é necessário já que ela é a principal causa da perda da audição entre as crianças. Mas não se assuste tratada corretamente a criança não sofrerá nenhum dano. E é pelo fato de trazer problemas mais graves é que os pais precisam sempre ficar atentos aos sintomas da otite.
A otite externa é causada por fungos e bactérias. Esse tipo de infecção aparece mais no verão quando as crianças ficam muito tempo na piscina ou no mar ou até mesmo pelo excesso de umidade que fica na orelha do bebê. Esse excesso de umidade é o local ideal para a proliferação dos fungos e das bactérias. A natação, mesmo que nos bebês também é a principal causa da otite externa.


Outra causa da otite são os objetos que as crianças teimam em colocar no ouvido; desde as hastes de algodão, grampos ou qualquer outro objeto pode causar dano no ouvido interno e consequentemente uma inflamação. Você como mãe deve ficar atenta e se lembrar que cera não é sujeira e sim proteção natural do ouvido, ou seja, só o médico pode fazer a limpeza do ouvido do seu filho. Se quiser limpar em casa, use um pano macio enrolado no dedo e o passe na parte de fora da orelha.
A otite externa não apresenta febre, mas dói quando a criança encosta o ouvido em algum local ou alguém o toca e também apresenta coceira, vermelhidão, inchaço, secreção e perda de audição.
Mas a otite mais comum nas crianças é a otite média. Ela acontece durante ou após gripes ou resfriados, alergias e infecções que acontecem na garganta ou nas vias respiratórias. As bactérias ou vírus se alojam na tuba auditiva e causam o acumulo de secreção, provocando a inflamação, que se não for tratada pode resultar em perda total da audição.
A causa mais comum da otite média é a mamadeira, já que as crianças mamam deitadas e o leite acaba chegando até a tuba auditiva e causando a inflamação. Lembre-se que a tuba auditiva liga o ouvido a garganta e ao nariz, por isso quando deitado o leite da mamadeira chega com mais facilidade ao canal e acaba se alojando por ali mesmo.
Portanto, nunca deixe o bebê mamando deitado, deixe a cabeça dele pelo menos um pouco mais alta que o corpo para que isso não aconteça. As crianças que frequentam escolinhas também estão mais sujeitas a ter otite já que o vírus é transmitido facilmente e os bebês ainda não estão com o sistema imunológico maduro.
No banho evite deixar entrar água nos ouvidos do bebé, na piscina ou praia utilize protetor auricular e não deixe que ele fique muito tempo dentro da água.
Lembre-se também que você nunca dar ou colocar medicamentos sem o conhecimento do pediatra, somente um médico pode diagnosticar a otite e receitar remédios caso seja necessário.
A Otite também acomete os adultos, não são só os bebés e as crianças que podem ter otite; esta infecção pode se manifestar em qualquer idade.

Diagnóstico Precoce


perda auditiva Diagnóstico precoce ajuda no tratamento de problemas auditivosAceitar que seu filho possa ter algum tipo de problema auditivo não é nada fácil, mas o diagnóstico precoce faz toda a diferença para proporcionar a criança uma vida normal e feliz. E como saber se a saúde auditiva do seu filho vai bem? Existem sinais que tornam possível perceber se uma criança possui ou não deficiência auditiva, explica a fonoaudióloga da Audibel – empresa de aparelhos auditivos -, especialista em Audiologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Tatiana Ottoni. Identificado qualquer um desses sintomas, é essencial procurar um otorrinolaringologista para fazer o correto diagnóstico.
Segundo ela, bebês com problemas auditivos normalmente não reagem a estímulos sonoros. Como não se assustar quando uma porta bater. Também são bebês que não balbuciam. Além disso, tendem a chorar muito porque não têm a sensação da mãe por perto a não ser que a estejam vendo. “Um exemplo disso é que se a mãe estiver lavando louça na pia da cozinha, longe do carrinho, o bebê tenderá a chorar porque tem a sensação de solidão”, explica. Em crianças maiores, a fonoaudióloga alerta que é comum a troca na fala e uma demora excessiva no desenvolvimento da linguagem. “Os pais devem ficar muito atentos e ao menor sinal de problema procurar um otorrinolaringologista para fazer a audiometria, teste capaz de detectar se a criança tem algum problema auditivo.” Recentemente, uma lei federal tornou obrigatório em maternidades de todo o país, o teste da orelhinha, exame capaz de detectar em bebês recém-nascidos a existência de problemas auditivos.



Fonte: http://www.blogdacrianca.com/os-bebes-e-a-otite/#ixzz2C9gdIkkG
http://www.corposaun.com/diagnostico-precoce-ajuda-no-tratamento-de-problemas-auditivos/12037/

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