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Estimulação Precoce



O desenvolvimento de uma criança com Síndrome de Down requer atenção diferenciada, pois demora mais para suas habilidades se desenvolverem. Suas aquisições são conquistadas de forma mais lenta.
Os bebês com síndrome de Down nascem com um número menor de células nervosas no cérebro e por isso com uma menor capacidade de desenvolvimento intelectual. A capacidade maturativa que atinge a criança vai depender da estimulação que tenha recebido e o ajude a se desenvolver. 
Esta estimulação é necessária durante os primeiros anos de vida, que é quando o sistema nervoso do bebê apresenta uma grande plasticidade para estabelecer novas conexões neuronais

Os programas de estimulação precoce ajudam o bebê com síndrome de Down a adquirir determinados conhecimentos, destrezas e aptidões que outras crianças aprendem sozinhas. Recomenda-se começar entre os 2 e 4 meses de vida.

Hoje os pais que possuem filhos com Síndrome de Down são orientados a procurarem atendimento de estimulação precoce.  O acompanhamento de algumas especialidades, como a Fonoaudiologia, a Fisioterapia, a Terapia Ocupacional, a Psicologia, dentre outras, é essencial para a orientação aos pais sobre o melhor estímulo a ser dado aos seus filhos e, através de técnicas especializadas, desenvolvem suas potencialidades.   
Alguns pais podem se sentir desmotivados com a demora de seus filhos adquirirem suas habilidades. Nestes casos, quanto mais cedo for introduzida a estimulação precoce, melhores resultados podem ser obtidos futuramente.
 A estimulação precoce é um atendimento especializado direcionado a bebês e crianças de 0 a 3 anos com risco ou atraso no desenvolvimento global (prematuros de risco, síndromes genéticas, deficiências, paralisia cerebral e outras).

O tratamento de estimulação precoce é possível devido a grande plasticidade neuronal nos primeiros três anos de vida.  Ele modifica todo o  desenvolvimento do indivíduo, formando as bases para um desenvolvimento harmônico. 

Nos trabalhos de estimulação precoce, dê preferência aos que os profissionais trabalhem de maneira conjunta com o bebê ou criança. É muito importante também que os pais participem deste processo. Existem várias maneiras de trazer os pais para a terapia do bebê, mesmo quando a rotina de trabalho deixa-lhes o tempo mais restrito. A participação dos pais é fundamental não apenas em função das orientações que costumam receber dos terapeutas, mas também melhorar o vínculo pais e filhos.


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